"No Livro de Tomé dos gnósticos, escrito provavelmente em finais do século II, Jesus ensina que, depois da morte, alguns continuam a consumir-se «na sua preocupação com a vida e serão de novo trazidos para o reino visível». Quase no fim desta obra, Jesus afirma «vigiai e orai para poderdes não nascer na carne, mas para poderdes deixar o cativeiro amargo desta vida.» Por outras palavras, orai para não renascerdes na terra, mas para retornardes aos reinos superiores. (...) Entre os séculos III e VI, as autoridades da Igreja e do Estado rejeitaram, gradualmente, os cristãos que acreditavam na reencarnação, banindo e, por fim, destruindo os seus manuscritos. De tempos a tempos, a crença na reencarnação ressurgiu obstinadamente.
(...) Na Polónia do século XIX, por exemplo, o arcebispo católico Monsenhor Passavalli (1820-97), inseriu a reencarnação na sua fé a abraçou-a abertamente. Influenciou outros sacerdotes polacos e italianos, que também adoptaram a reencarnação (vide Livro Pre-Existence and Reincarnation, de W. Lutoslawski, 1928)." do Livro Karma e Reencarnação, de Elizabeth Clare Prophet.
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