"A noite vem às vezes tão perdida
E quase nada parece bater certo
Há qualquer coisa em nós
inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto
Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tantas vezes o que resta do calor.
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Trocamos as palavras mais escondidas
Só a noite arranca sem doer
Seremos cúmplices o resto da vida
ou talvez só até amanhecer.
Fica tão fácil entregar a alma
a quem nos traga um sopro de deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto.
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sózinho.
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sózinho."
Letra da Canção Cúmplices, de Mafalda Veiga
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
A profecia celestina I - Livro de James Redfield
Livro que é mundialmente conhecido, e incontornável para o arranque da Era Aquário, pela sua relação privilegiada com a vida espiritual e a ponte que faz, de uma forma acessível para todos, entre a nossa experiência quotidiana e a dimensão sagrada do Universo. James Redfield escreveu mais de dez livros, sendo o mais célebre, A Profecia Celestina, que se tornou rapidamente num livro de culto para todos aqueles que se começam a interessar pelas diversas questões espirituais e metafísicas.
Livro A profecia celestina, de James Redfield, Editorial Notícias
http://www.celestinevision.com
Livro A profecia celestina, de James Redfield, Editorial Notícias
http://www.celestinevision.com
domingo, 2 de dezembro de 2007
O casamento - segundo Elizabeth C. Prophet
"Nem todos os amores lindos e que enchem a alma são de chamas gémeas. Há também o amor de almas afins, muito chegadas e aparentadas. Uma alma afim é diferente de uma chama gémea. As almas afins vêm juntas porque estão a trabalhar para resolverem o mesmo tipo de karma e desenvolverem as energias do mesmo chakra (os chakras são centros espirituais no nosso interior que governam o fluxo de energia e representam diferentes níveis de consciência). Assim, as almas afins sentem uma atracção que é baseada no trabalho sagrado e na via do autodomínio. Uma alma afim é como o eco de si próprio na Matéria, trabalhando na mesma tarefa para realizar uma obra de Deus.
Maria e José, os pais de Jesus, foram almas afins que partilharam a responsabilidade de alimentar o Cristo que havia no seu filho. As suas duas chamas gémeas encontravam-se em reinos superiores de luz, providenciando o equilíbrio para a sua missão. Muitas pessoas da actualidade, que ainda se encontram a equilibrar karma, mas que estão numa via espiritual, acabam por serem atraídas para as suas almas afins, para a realização de um dharma partilhado ou de uma missão sagrada em comum.
Casamento Kármico: além das chamas gémeas e das almas afins, vê-se frequentemente uma terceira relação matrimonial - o casamento kármico. Aqui, os dois indivíduos são atraídos um para o outro para equilibrarem um karma mútuo. Estes casamentos são muitas vezes difíceis, mas são importantes para se alcançar a mestria no caminho espiritual. Marido e mulher adquirem, igualmente, bom karma, por criarem e educarem os seus filhos. Alguns desses casamentos podem proporcionar a oportunidade de remissão de crimes graves como assassínio, traição ou ódio exacerbado. Geralmente, a única forma de podermos ultrapassar o registo desse ódio é por meio do amor intenso manifestado através da relação marido-mulher. Deus abençoou a instituição humana do casamento como uma oportunidade de dois indivíduos desenvolverem a integridade pelo intercâmbio das suas polaridades Alfa-Ómega. " do Livro Almas Afins e Chamas Gémeas, de Elizabeth Clare Prophet, Editorial Estampa
http://www.tsl.org/
Maria e José, os pais de Jesus, foram almas afins que partilharam a responsabilidade de alimentar o Cristo que havia no seu filho. As suas duas chamas gémeas encontravam-se em reinos superiores de luz, providenciando o equilíbrio para a sua missão. Muitas pessoas da actualidade, que ainda se encontram a equilibrar karma, mas que estão numa via espiritual, acabam por serem atraídas para as suas almas afins, para a realização de um dharma partilhado ou de uma missão sagrada em comum.
Casamento Kármico: além das chamas gémeas e das almas afins, vê-se frequentemente uma terceira relação matrimonial - o casamento kármico. Aqui, os dois indivíduos são atraídos um para o outro para equilibrarem um karma mútuo. Estes casamentos são muitas vezes difíceis, mas são importantes para se alcançar a mestria no caminho espiritual. Marido e mulher adquirem, igualmente, bom karma, por criarem e educarem os seus filhos. Alguns desses casamentos podem proporcionar a oportunidade de remissão de crimes graves como assassínio, traição ou ódio exacerbado. Geralmente, a única forma de podermos ultrapassar o registo desse ódio é por meio do amor intenso manifestado através da relação marido-mulher. Deus abençoou a instituição humana do casamento como uma oportunidade de dois indivíduos desenvolverem a integridade pelo intercâmbio das suas polaridades Alfa-Ómega. " do Livro Almas Afins e Chamas Gémeas, de Elizabeth Clare Prophet, Editorial Estampa
http://www.tsl.org/
A busca da chama gémea - segundo Elizabeth C. Prophet
"É agora a altura - no fim deste ciclo da história e ao entrarmos na era de Aquário - de as pessoas de luz que se encontram numa via espiritual terem de aprender a entrarem em contacto com as suas chamas gémeas. Essa busca é instigada pelo nosso Eu Superior, mas inadequadamente compreendida ao nível físico. Muitas vezes, quando as pessoas ficam a saber que partilham uma missão única com a sua chama gémea, começam a procurar fisicamente essa alma única e especial, ao invés de buscarem dentro de si a unicidade. Isso é sempre um desvio no caminho da libertação da alma. A nossa relação com Deus e com o nosso Eu Superior é que é a chave para descobrirmos e nos tornarmos unos com a nossa chama gémea. A lei cósmica exige que definamos primeiro a nossa identidade em Deus, antes de podermos libertar completamente o potencial espiritual conjunto das nossas chamas gémeas. (...) Em última instância, todos e cada um de nós devemos aprender a transformar os padrões negativos, o metal básico do ego humano, no ouro do nosso Eu Real (ou Eu Divino). Chama-se a isto o casamento alquímico - o casamento da nossa alma, do aspecto feminino do nosso ser com o «Cordeiro» que é o eu espiritual real e permanente, o aspecto masculino.
O amor deste adorado Cristo Pessoal (isto é, daquela parte de nós que mantém um contacto constante com a Fonte - a presença do Eu Sou) é um amor incomparável. É por esse Amado que os santos do Ocidente e do Oriente deram tudo de si próprios." do Livro Almas Afins e Chamas Gémeas, de Elizabeth Clare Prophet, Editorial Estampa
O amor deste adorado Cristo Pessoal (isto é, daquela parte de nós que mantém um contacto constante com a Fonte - a presença do Eu Sou) é um amor incomparável. É por esse Amado que os santos do Ocidente e do Oriente deram tudo de si próprios." do Livro Almas Afins e Chamas Gémeas, de Elizabeth Clare Prophet, Editorial Estampa
Almas gémeas e afins - segundo Elizabeth C. Prophet
"Cada um de nós tem uma alma afim ou uma chama gémea, que foi criada connosco no princípio. Deus criou-o e à sua chama gémea a partir de um «corpo de fogo branco» único. Separou esse ovóide de fogo branco em duas esferas de ser - uma com polaridade masculina e a outra com polaridade feminina, mas, cada uma delas, com a mesma origem espiritual e o mesmo padrão de identidade único. Há muitos éons, o leitor e a sua chama gémea compareceram perante Deus Pai-Mãe e ofereceram-se voluntariamente para descerem aos planos da matéria, para trazerem o amor de Deus à Terra. O plano original era passarem por uma série de reencarnações, tanto em corpos masculinos como em corpos femininos, enquanto cada metade do Todo Divino aprendia a ser instrumento de Deus Pai-Mãe. No início a nossa vida na Terra era venturosa e todos nós podíamos ter continuado a partilhar a beleza da relação de amantes cósmicos com a nossa chama gémea ao longo de muitas reencarnações, se tivéssemos permanecido em harmonia um com o outro e com Deus. Mas caímos do estado de perfeição ao fazermos mau uso da luz de Deus. É este o significado real da história do Jardim do Éden. (...) Cada encarnação em separado da nossa chama gémea foi passada ou a gerar karma negativo ou a equilibrar algum do karma que se interpunha no caminho da nossa reunião. Por vezes assumíamos vários relacionamentos com a nossa chama gémea - marido/mulher, mãe/filho, pai/filha e irmã/irmão - para podermos desenredar os fios de energia negativa que tínhamos urdido no nosso subconsciente, pelo uso errado do nosso livre-arbítrio." do Livro Almas Afins e Chamas Gémeas, de Elizabeth Clare Prophet, Editorial Estampa
A beleza das coisas
"Não existe nada na Terra com tanta curiosidade pela beleza ou tão absorvido por ela como a alma."
Wassily Kandisnky
Wassily Kandisnky
O Amor
"Todo o universo provém do amor, e é para ele que tudo regressa. Porquanto todos os seres provêm da alegria, pela alegria vivem e para a alegria voltarão."
Upanishad Taittiriya
Upanishad Taittiriya
O Reiki
"Reiki é uma palavra japonesa que pode ser traduzida por força universal da vida ou por energia universalmente conduzida. É um sistema de tratamento bastante simples que consiste na colocação das mãos por cima ou directamente sobre uma pessoa, animal ou planta, com a intenção de canalizar reiki. (...) Apesar do Reiki ser praticado há milhares de anos, foi redescoberto no século XIX pelo Dr. Mikao Usui, no Japão. (...) O Reiki trata aos níveis físico, mental e espiritual e mantém a capacidade natural do corpo para se tratar a si mesmo. O calor característico do Reiki pode frequentemente ser sentido físicamente até à distância de 10 cm. O Reiki é uma forma de tratamento diferente de todas as outras, aliviando diferentes problemas e traumas de forma muito suave. É não sectário, praticado por pessoas de diferentes religiões e culturas." do Livro A Cura pelo Reiki, de Carmen Fernandez, Editorial Estampa.
O Bom Combate - segundo Paulo Coelho
"O Inimigo é uma parcela de Ágape (o Amor-que-Devora) e está ali para testar a nossa mão, a nossa vontade, o manejo da espada. Foi posto nas nossas vidas - e nós na dele - com um propósito. Esse propósito tem que ser satisfeito. Por isso, fugir da luta, é o pior que nos pode acontecer. É pior do que perder a luta, porque na derrota sempre podemos aprender alguma coisa, mas na fuga, tudo o que conseguimos é declarar a vitória do nosso Inimigo. (...) O homem nunca pode parar de sonhar. O sonho é o alimento da alma, como a comida é o alimento do corpo. Muitas vezes, na nossa existência, vemos os nossos sonhos desfeitos e os nossos desejos frustrados, mas é preciso continuar a sonhar, senão a nossa alma morre e a Ágape não penetra nela. (...) O Bom Combate é aquele que é travado porque o nosso coração pede. Nas épocas heróicas, no tempo dos cavaleiros andantes, isso era fácil. Havia muita terra para conquistar e muita coisa para fazer. Hoje em dia, porém, o mundo mudou muito e o Bom Combate foi transferido para dentro de nós mesmos. O Bom Combate é aquele que é travado em nome dos nossos sonhos. Quando eles explodem em nós com todo o seu vigor - na juventude - nós temos muita coragem, mas ainda não aprendemos a lutar. Depois de muito esforço, aprendemos a lutar, e então já não temos a mesma coragem para combater. Por causa disso voltamo-nos contra nós próprios, e combatêmo-nos a nós mesmos, e passamos a ser o nosso pior inimigo. Dizemos que os nossos sonhos eram infantis, difíceis de realizar, ou fruto do nosso desconhecimento das realidades da vida. Matamos os nossos sonhos porque temos medo de travar o Bom Combate." do Livro Diário de um Mago, de Paulo Coelho.
http://www.paulocoelho.com/port/index.html
http://www.paulocoelho.com/port/index.html
Os diversos tipos de amor: Eros, Philos e Ágape - segundo Paulo Coelho
"Apesar de ser bom ou de ser mau, a face de Eros nunca é a mesma em cada pessoa. (...) E ninguém pode escapar a Eros. Todos têm necessidade da sua presença - apesar de muitas vezes Eros fazer com que nos sintamos distantes do mundo, fechados na nossa solidão. (...)
Philos é o Amor sob a forma de Amizade. É aquilo que eu sinto por ti e pelos outros. Quando a chama de Eros não consegue já brilhar, é Philos que mantém os casais juntos. (...)
Ágape está em Eros e em Philos. (...) Ágape é o Amor-que-Devora. (...) Todos nós corremos em busca de Eros e quando Eros se quer transformar em Philos, achamos que o Amor é inútil. Sem perceber que Philos é que nos conduzirá até à forma do amor maior, Ágape. (...) Ágape é o amor total, o Amor-que-Devora quem o experimenta. Quem conhece e experimenta Ágape, vê que nada mais neste mundo tem importância, apenas amar. Este foi o amor que Jesus sentiu pela humanidade, e foi tão grande que sacudiu as estrelas e mudou o curso da história do homem. A sua vida individual conseguiu fazer o que reis, exércitos e impérios não conseguiram. Durante os milénios da história da Civilização, muitas pessoas foram tomadas por este Amor-que-Devora. Elas tinham tanto para dar - e o mundo exigia tão pouco - que foram obrigadas a procurar os desertos e os lugares isolados, porque o Amor era tão grande que as transfigurava. Tornaram-se nos santos e nos sábios que hoje conhecemos." do Livro Diário de um Mago, de Paulo Coelho.
Philos é o Amor sob a forma de Amizade. É aquilo que eu sinto por ti e pelos outros. Quando a chama de Eros não consegue já brilhar, é Philos que mantém os casais juntos. (...)
Ágape está em Eros e em Philos. (...) Ágape é o Amor-que-Devora. (...) Todos nós corremos em busca de Eros e quando Eros se quer transformar em Philos, achamos que o Amor é inútil. Sem perceber que Philos é que nos conduzirá até à forma do amor maior, Ágape. (...) Ágape é o amor total, o Amor-que-Devora quem o experimenta. Quem conhece e experimenta Ágape, vê que nada mais neste mundo tem importância, apenas amar. Este foi o amor que Jesus sentiu pela humanidade, e foi tão grande que sacudiu as estrelas e mudou o curso da história do homem. A sua vida individual conseguiu fazer o que reis, exércitos e impérios não conseguiram. Durante os milénios da história da Civilização, muitas pessoas foram tomadas por este Amor-que-Devora. Elas tinham tanto para dar - e o mundo exigia tão pouco - que foram obrigadas a procurar os desertos e os lugares isolados, porque o Amor era tão grande que as transfigurava. Tornaram-se nos santos e nos sábios que hoje conhecemos." do Livro Diário de um Mago, de Paulo Coelho.
Violetas na Janela
Relatos do Espírito Patrícia que desencarnou com dezanove anos e transmitiu as suas experiências no mundo espiritual à Médium Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho: "Dei um longo suspiro, senti-me livre e pensei: «se pudesse, voaria, a sensação de liberdade é muito forte».
- Avó não posso ir voando? Parece que posso voar.
- Patrícia, poderá voar quando aprender a volitar. Quando encarnada, você se desprendia do corpo enquanto dormia e volitava. Você sabe, irá recordar. Ensiná-la-ei outro dia.
Por algumas vezes, inspirei o ar com força. É delicioso respirar o ar puro, perfumado e leve.
- Avó, não é estranho estar respirando? Como disse, logo estarei voando. Mas ao mesmo tempo, respiro, sinto o meu coração a bater.
- Não é tão estranho assim. Nós, desencarnados, estamos revestidos pelo perispirito. Nosso espírito, nosso eu, ainda veste essa roupagem. Ele é formado por fluídos mentais que, às vezes, são confundidos com o corpo carnal. Respirar é uma das últimas necessidades que dominaremos. Como a impressão do corpo ainda é forte, só com conhecimento vamos deixando-a e, então, aprenderemos a viver com o perispírito. Nosso corpo agora é leve e podemos, pela vontade, locomovê-lo rapidamente". do Livro Violetas na Janela, da médium Vera L. M. de Carvalho.
http://www.feig.org.br/literatura/eventoveralucia.htm
- Avó não posso ir voando? Parece que posso voar.
- Patrícia, poderá voar quando aprender a volitar. Quando encarnada, você se desprendia do corpo enquanto dormia e volitava. Você sabe, irá recordar. Ensiná-la-ei outro dia.
Por algumas vezes, inspirei o ar com força. É delicioso respirar o ar puro, perfumado e leve.
- Avó, não é estranho estar respirando? Como disse, logo estarei voando. Mas ao mesmo tempo, respiro, sinto o meu coração a bater.
- Não é tão estranho assim. Nós, desencarnados, estamos revestidos pelo perispirito. Nosso espírito, nosso eu, ainda veste essa roupagem. Ele é formado por fluídos mentais que, às vezes, são confundidos com o corpo carnal. Respirar é uma das últimas necessidades que dominaremos. Como a impressão do corpo ainda é forte, só com conhecimento vamos deixando-a e, então, aprenderemos a viver com o perispírito. Nosso corpo agora é leve e podemos, pela vontade, locomovê-lo rapidamente". do Livro Violetas na Janela, da médium Vera L. M. de Carvalho.
http://www.feig.org.br/literatura/eventoveralucia.htm
As ideias mais simples
Engraçado como as religiões na Terra são tão diferentes! Os diversos crentes proclamam as suas como sendo as mais sábias, as que têm os ensinamentos mais verdadeiros, as únicas possíveis de conduzirem ao tão sonhado e aguardado Paraíso. Até os bombistas suicidas cometem aqueles actos terroristas na esperança de o alcançarem... No entanto, todas as religiões se tocam nas ideias mais simples. Por exemplo, a ideia do Bem e a ideia do Mal. A crença num lugar ideal, onde despimos todos os pecados carnais. O pensamento da existência de um Deus é universal, dão-lhe apenas várias denominações. Talvez as ideias mais simples sejam justamente as mais acertadas. Como a ideia de que o Amor, a Amizade, a Entre-ajuda nos permitem atingir a valorização pessoal e o retorno desse bem.
A Reencarnação - segundo o Livro O Nosso Lar
O Nosso Lar é um livro da safra espírita que é justamente considerado um dos dez melhores livros espíritas publicados no século XX.
Relata as experiências vividas, após a morte física de um médico brasileiro, no Mundo Espiritual, e as suas observações que foram transmitidas ao médium Francisco C. Xavier (este livro foi originalmente publicado nos anos quarenta, em plena Segunda Gerra Mundial). Esse homem morre mas não alcança o imaginado céu, em vez disso passa por duras provas até que ascende a um espaço onde coabitam outros espíritos um pouco mais esclarecidos:
..."Lísias, o companheiro amável de todos os dias, não regateava explicações.
- A morte do corpo não conduz o homem a situações miraculosas, dizia. Todo o processo evolutivo implica gradação. Há regiões múltiplas para os desencarnados, como existem planos inúmeros e surpreendentes para as criaturas envolvidas de carne terrestre. Almas e sentimentos, formas e coisas, obedecem a principios de desenvolvimento natural e hierarquia justa.
Preocupava-me, todavia, permanecer ali, num parque da saúde, havia muitas semanas, sem a visita sequer de um conhecido do mundo. Afinal, não fora eu a única pessoa do meu círculo a decifrar o enigma da sepultura. Meus pais me haviam antecipado na grande jornada. Amigos meus, noutro tempo, me haviam precedido. Por que, então, não apareciam naquele quarto de enfermidade espiritual, para conforto do meu coração dolorido? Bastariam alguns momentos de consolação.
Um dia, não pude conter-me e perguntei ao solícito visitador:
- Meu caro Lísias, acha possível aqui, o encontro com aqueles que nos antecederam na morte do corpo físico?
- Como não? Pensa que está esquecido?!...
- Sim. Porque não me visitam? Na Terra, sempre contei com a abnegação maternal. Minha mãe , entretanto, até agora não deu sinal de vida. Meu pai, igualmente, fez a grande viagem, três anos antes do meu trespasse.
- Pois note - esclareceu Lísias -, sua mãe o tem ajudado dia e noite, desde a crise que antecipou sua vinda. Quando se acamou para abandonar o casulo terrestre, duplicou-se o interesse maternal a seu respeito. Talvez não saiba ainda que sua permanência nas esferas inferiores durou mais de oito anos consecutivos. Ela jamais desanimou. Intercedeu, muitas vezes, em "Nosso Lar", a seu favor. Rogou os bons oficios de Clarêncio, que começou a visitá-lo frequentemente, até que o médico da Terra, vaidoso, se afastasse um tanto, a fim de surgir o filho dos Céus. Compreendeu?
Eu tinha os olhos húmidos. Ignorava o número de anos que me distanciavam da gleba terrestre. Desejei conhecer os processos de protecção imperceptível, mas não consegui. Minhas cordas vocais estavam entorpecidas, com o nó de lágrimas represadas no coração.
- No dia em que você orou com tanta alma - prosseguiu o enfermeiro visitador -, quando compreendeu que tudo no Universo pertence ao Pai Sublime, seu pranto era diferente. Não sabe que há chuvas que destroem e chuvas que criam? Lágrimas há também, assim. É lógico que o Senhor não espera por nossas rogativas para nos amar; no entanto, é imdispensável nos colocarmos em determinada posição receptiva, a fim de compreender-lhe a infinita bondade. Um espelho enfuscado não reflecte a luz. Desse modo, o Pai não precisa das nossas penitências, mas convenhamos que as penitências prestam óptimos serviços a nós mesmos. Entendeu? Clarêncio não teve dificuldade em localizá-lo, atendendo aos apelos de sua generosa progenitora da Terra, você, porém, demorou muito a encontrar Clarêncio. E quando sua mãezinha soube que o filho tinha rasgado os céus escuros com o auxílio da oração, chorou de alegria, segundo me contaram...".
Excerto do Livro O Nosso Lar, de Francisco Cândico Xavier
http://www.chicoxavieruberaba.com.br/biografia.html
Relata as experiências vividas, após a morte física de um médico brasileiro, no Mundo Espiritual, e as suas observações que foram transmitidas ao médium Francisco C. Xavier (este livro foi originalmente publicado nos anos quarenta, em plena Segunda Gerra Mundial). Esse homem morre mas não alcança o imaginado céu, em vez disso passa por duras provas até que ascende a um espaço onde coabitam outros espíritos um pouco mais esclarecidos:
..."Lísias, o companheiro amável de todos os dias, não regateava explicações.
- A morte do corpo não conduz o homem a situações miraculosas, dizia. Todo o processo evolutivo implica gradação. Há regiões múltiplas para os desencarnados, como existem planos inúmeros e surpreendentes para as criaturas envolvidas de carne terrestre. Almas e sentimentos, formas e coisas, obedecem a principios de desenvolvimento natural e hierarquia justa.
Preocupava-me, todavia, permanecer ali, num parque da saúde, havia muitas semanas, sem a visita sequer de um conhecido do mundo. Afinal, não fora eu a única pessoa do meu círculo a decifrar o enigma da sepultura. Meus pais me haviam antecipado na grande jornada. Amigos meus, noutro tempo, me haviam precedido. Por que, então, não apareciam naquele quarto de enfermidade espiritual, para conforto do meu coração dolorido? Bastariam alguns momentos de consolação.
Um dia, não pude conter-me e perguntei ao solícito visitador:
- Meu caro Lísias, acha possível aqui, o encontro com aqueles que nos antecederam na morte do corpo físico?
- Como não? Pensa que está esquecido?!...
- Sim. Porque não me visitam? Na Terra, sempre contei com a abnegação maternal. Minha mãe , entretanto, até agora não deu sinal de vida. Meu pai, igualmente, fez a grande viagem, três anos antes do meu trespasse.
- Pois note - esclareceu Lísias -, sua mãe o tem ajudado dia e noite, desde a crise que antecipou sua vinda. Quando se acamou para abandonar o casulo terrestre, duplicou-se o interesse maternal a seu respeito. Talvez não saiba ainda que sua permanência nas esferas inferiores durou mais de oito anos consecutivos. Ela jamais desanimou. Intercedeu, muitas vezes, em "Nosso Lar", a seu favor. Rogou os bons oficios de Clarêncio, que começou a visitá-lo frequentemente, até que o médico da Terra, vaidoso, se afastasse um tanto, a fim de surgir o filho dos Céus. Compreendeu?
Eu tinha os olhos húmidos. Ignorava o número de anos que me distanciavam da gleba terrestre. Desejei conhecer os processos de protecção imperceptível, mas não consegui. Minhas cordas vocais estavam entorpecidas, com o nó de lágrimas represadas no coração.
- No dia em que você orou com tanta alma - prosseguiu o enfermeiro visitador -, quando compreendeu que tudo no Universo pertence ao Pai Sublime, seu pranto era diferente. Não sabe que há chuvas que destroem e chuvas que criam? Lágrimas há também, assim. É lógico que o Senhor não espera por nossas rogativas para nos amar; no entanto, é imdispensável nos colocarmos em determinada posição receptiva, a fim de compreender-lhe a infinita bondade. Um espelho enfuscado não reflecte a luz. Desse modo, o Pai não precisa das nossas penitências, mas convenhamos que as penitências prestam óptimos serviços a nós mesmos. Entendeu? Clarêncio não teve dificuldade em localizá-lo, atendendo aos apelos de sua generosa progenitora da Terra, você, porém, demorou muito a encontrar Clarêncio. E quando sua mãezinha soube que o filho tinha rasgado os céus escuros com o auxílio da oração, chorou de alegria, segundo me contaram...".
Excerto do Livro O Nosso Lar, de Francisco Cândico Xavier
http://www.chicoxavieruberaba.com.br/biografia.html
A Reencarnação e o Cristianismo II - segundo Elizabeth C. Prophet
"No Livro de Tomé dos gnósticos, escrito provavelmente em finais do século II, Jesus ensina que, depois da morte, alguns continuam a consumir-se «na sua preocupação com a vida e serão de novo trazidos para o reino visível». Quase no fim desta obra, Jesus afirma «vigiai e orai para poderdes não nascer na carne, mas para poderdes deixar o cativeiro amargo desta vida.» Por outras palavras, orai para não renascerdes na terra, mas para retornardes aos reinos superiores. (...) Entre os séculos III e VI, as autoridades da Igreja e do Estado rejeitaram, gradualmente, os cristãos que acreditavam na reencarnação, banindo e, por fim, destruindo os seus manuscritos. De tempos a tempos, a crença na reencarnação ressurgiu obstinadamente.
(...) Na Polónia do século XIX, por exemplo, o arcebispo católico Monsenhor Passavalli (1820-97), inseriu a reencarnação na sua fé a abraçou-a abertamente. Influenciou outros sacerdotes polacos e italianos, que também adoptaram a reencarnação (vide Livro Pre-Existence and Reincarnation, de W. Lutoslawski, 1928)." do Livro Karma e Reencarnação, de Elizabeth Clare Prophet.
(...) Na Polónia do século XIX, por exemplo, o arcebispo católico Monsenhor Passavalli (1820-97), inseriu a reencarnação na sua fé a abraçou-a abertamente. Influenciou outros sacerdotes polacos e italianos, que também adoptaram a reencarnação (vide Livro Pre-Existence and Reincarnation, de W. Lutoslawski, 1928)." do Livro Karma e Reencarnação, de Elizabeth Clare Prophet.
A Reencarnação e o Cristianismo I - segundo Elizabeth C. Prophet
"Podemos ser Cristãos e, ainda assim, acreditar na Reencarnação? Hoje em dia, a maioria das denominações cristãs responderia não a esta pergunta. Mas não no século II. A Cristandade primitiva era extremamente diversificada. Durante os primeiros três séculos desta nova religião, a comunidade cristã era composta de numerosas seitas, incluindo muitos grupos agora conhecidos colectivamente por Gnósticos. Os gnósticos reclamavam possuir um conhecimento superior que lhes fora secretamente transmitido por Jesus através dos seus discípulos mais próximos. Mesmo entre os gnósticos, havia diferenças nas crenças e nas práticas. Alguns eram estritamente ascéticos. Outros foram acusados de serem moralmente licenciosos. Alguns eram celibatários, outros não. Mas partilhavam algumas crenças comuns. Acreditavam que o caminho para a salvação não era, simplesmente, através da fé, como proclamava o contingente ortodoxo emergente, mas através da gnose - uma palavra grega que significa «conhecimento» ou «familiaridade».Os gnósticos enfatizavam o conhecimento e a experiência pessoais do Divino. Acreditavam que a busca do autoconhecimento levava à reintegração com o Eu divino, que é a essência da nossa identidade. Para os gnósticos, o Karma e a Reencarnação criavam o contexto para essa união mística". do Livro Karma e Reencarnação, de Elizabeth Clare Prophet
Vidas passadas
"Cada alma ... vem a este mundo fortalecida pelas vitórias ou enfraquecida pelas derrotas da sua vida anterior". ORÍGENES, Patriarca da Igreja de Alexandria.
Uma maravilhosa experiência de vida
Impressionou-me muito um livro que li há tempos, não o consigo encontrar, mas é uma experiência de vida fascinante, contada por dois jornalistas americanos: é sobre a vida da Irmã Antónia, antiga mãe de família e socialite da Califórnia que abandonou tudo por uma vida de clausura dentro das grades de uma prisão no México, a praticar a caridade de Jesus junto dos presos mais perigosos desse país. Como é que uma pessoa consegue ter tal chamamento de fé, que a faça despojar-se voluntariamente de todo o conforto e prescindir de bom grado de todas as «almofadas» que apoiam a nossa existência quotidiana? Uma vida absolutamente mágica que, com o seu exemplo de Amor e Perdão, conseguiu que muitos desses criminosos se «regenerassem» mais facilmente do que se tivessem sofrido as piores torturas e castigos existentes. A mensagem do Amor é e continuará a ser sempre moderna, imprescindível para a construção de um novo mundo e para o despertar de uma consciência mais humana.
A porta para o Mundo Divino pode ser aberta por qualquer um de nós
Nunca tiveram ciclos cruciais na vossa vida que vos fizeram percepcionar, pela primeira vez, vislumbres de caminhos inesperados, direcções fascinantes, ideias revolucionárias? Momentos que abriram portas para outras realidades ? Deixem os vossos comentários, no Blog Mundo Divino, com essas e outras experiências de vida. São bem vindos! O diálogo e a troca de ideias enriquecem sempre a nossa consciência em relação a Nós, a Eu e ao Outro.
A reencarnação - segundo Elizabeth Clare Prophet
O que diz Elisabeth C. P.: " A palavra Karma já entrou na linguagem corrente. Mas nem toda a gente entende o que realmente significa Karma, porque é importante e como lidar com ele. Pense nos talentos com que nasceu e nas coisas boas que lhe aconteceram na vida. Agora pense nas chamadas limitações e nos desafios que têm surgido no seu caminho. Ambos têm a ver com o seu Karma. O Karma diz-nos simplesmente, que o que nos acontece no presente é o resultado de causas que nós próprios pusémos em movimento no passado - há dez minutos ou há dez vidas atrás. Todos nós crescemos a aprender sobre o karma. Só não lhe chamávamos assim. em vez disso, ouvíamos: Cada um colhe aquilo que semeia. Para cada acção há uma reacção igual e oposta. O amor que se recebe é igual ao amor que se dá. Na essência, o Karma diz-nos que o que quer que façamos voltará, em círculo, para a nossa porta (...).
O Karma e a Reencarnação andam de mãos dadas. Enquanto Karma significa contabilidade e pagamento, a Reencarnação é, simplesmente, outra palavra para oportunidade. A Reencarnação proporciona-nos outra oportunidade de resolvermos as dívidas Kármicas que contraímos para com os outros e de colhermos as bençãos que enviámos."
"O Karma e a reencarnação dizem-nos que a nossa alma, seguindo os padrões da natureza, faz a sua jornada ao longo de uma senda de nascimento, maturação, morte e, depois, a oportunidade renovada de renascer. Dizem-nos que fazemos parte de uma corrente de consciência em movimento e que, através de muitas experiências de vida, a nossa alma está a evoluir."
O Karma e a Reencarnação andam de mãos dadas. Enquanto Karma significa contabilidade e pagamento, a Reencarnação é, simplesmente, outra palavra para oportunidade. A Reencarnação proporciona-nos outra oportunidade de resolvermos as dívidas Kármicas que contraímos para com os outros e de colhermos as bençãos que enviámos."
"O Karma e a reencarnação dizem-nos que a nossa alma, seguindo os padrões da natureza, faz a sua jornada ao longo de uma senda de nascimento, maturação, morte e, depois, a oportunidade renovada de renascer. Dizem-nos que fazemos parte de uma corrente de consciência em movimento e que, através de muitas experiências de vida, a nossa alma está a evoluir."
Deepak Chopra: uma mente esclarecida na Era Aquarius
O que diz Deepak Chopra: "Todas as frequências da natureza existem em simultâneo, no entanto experienciamos apenas aquilo que vemos. É natural temermos o que não vemos, e um vez que a morte faz desaparecer as pessoas, reagimos com medo.(...) Planos diferentes de existência representam frequências diferentes de consciência. O mundo da matéria física é apenas uma expressão de uma determinada frequência. (...) Assim como existem planos diferentes de coisas materiais, também existem planos espirituais diferentes, um conceito escandaloso para os piedosos irmãos católicos irlandeses na sua maioria, que foram meus professores na escola. Para eles, o único espírito era o Espírito Santo que habitava o céu. Nós, crianças, éramos suficientemente astutas para não discordar, contudo no nosso cosmos fazia todo o sentido que se a Terra era um mundo espiritual denso, devia haver planos espirituais superiores, a que chamávamos Lokas, que nos círculos místicos ocidentais se tornaram conhecidos como «planos astrais». Existe um número quase infinito de planos astrais, divididos por um plano astral superior e um inferior, e mesmo os inferiores vibram a uma frequência superior à do mundo material.
Há muito tempo que o ocidente desistiu de ouvir a música das esferas, mas na Índia acreditamos que uma pessoa com uma consciência altamente sintonizada pode recolher-se e ouvir realmente a vibração de vários planos superiores. pode ver, ouvir, tocar, saborear e cheirar nesses planos, tal como nós fazemos em sonhos, graças aos cinco sentidos subtis, ou Tanmatras. São mais fluidos que os cinco sentidos imperfeitos que reagem a objectos exteriores; os cinco Tanmatras reagem à mente. No plano astral pode ver o seu próprio corpo, por exemplo. (...) . Nos planos astrais inferiores encontramos fenómenos paranormais, clarividência, telepatia e outros refinamentos dos cinco sentidos imperfeitos, bem como fantasmas, aparições de almas incorpóreas e outros espíritos que, por uma razão ou outra, estão «encalhados». Em criança, tinha a certeza de que quando um gato ou um cão ficavam parados a farejar o ar, viam qualquer coisa que eu não era capaz."
http://www.chopra.com/
Há muito tempo que o ocidente desistiu de ouvir a música das esferas, mas na Índia acreditamos que uma pessoa com uma consciência altamente sintonizada pode recolher-se e ouvir realmente a vibração de vários planos superiores. pode ver, ouvir, tocar, saborear e cheirar nesses planos, tal como nós fazemos em sonhos, graças aos cinco sentidos subtis, ou Tanmatras. São mais fluidos que os cinco sentidos imperfeitos que reagem a objectos exteriores; os cinco Tanmatras reagem à mente. No plano astral pode ver o seu próprio corpo, por exemplo. (...) . Nos planos astrais inferiores encontramos fenómenos paranormais, clarividência, telepatia e outros refinamentos dos cinco sentidos imperfeitos, bem como fantasmas, aparições de almas incorpóreas e outros espíritos que, por uma razão ou outra, estão «encalhados». Em criança, tinha a certeza de que quando um gato ou um cão ficavam parados a farejar o ar, viam qualquer coisa que eu não era capaz."
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Deepak Chopra e a morte física
Chopra escreve: "Na minha infância, o mais mágico era a transformação. A morte em si era vista como uma breve paragem numa viagem interminável da alma que podia transformar um mendigo em rei e vice-versa. A possibilidade de vidas infinitas se prolongarem para a frente e para trás era ainda mais cativante por cada alma poder percorrer centenas de céus e de infernos (...) Uma gota de chuva transforma-se em vapor, que passa a fazer parte de uma nuvem e cai em forma de chuva entranhando-se profundamente no solo, reemergindo como uma nascente borbulhante que se transforma num regato, depois num rio, que flui para o mar. Podemos dizer que a gota de água morreu? Em cada estado, é a mesma gota de água numa expressão diferente. A ideia de que tenho um corpo fixo trancado no espaço e no tempo é claramente uma miragem se as gotas de água do meu corpo tivessem sido oceano, nuvem, rio ou regato na véspera. Continuo a recordar este facto quando os grilhões da vida quotidiana se tornam demasiado apertados".
E também afirma: "Nas religiões ocidentais tradicionais, a outra vida é encarada como um lugar que existe no espaço e no tempo. O céu, o inferno, o purgatório ou qualquer outro domínio da outra vida residem numa região distante qualquer, para lá do nosso mundo quotidiano. Na Índia da minha infância, a outra vida não era um local físico, mas um estado de consciência, um plano de existência entre os muitos milhões nos quais o cosmo celebra a sua existência."
E também afirma: "Nas religiões ocidentais tradicionais, a outra vida é encarada como um lugar que existe no espaço e no tempo. O céu, o inferno, o purgatório ou qualquer outro domínio da outra vida residem numa região distante qualquer, para lá do nosso mundo quotidiano. Na Índia da minha infância, a outra vida não era um local físico, mas um estado de consciência, um plano de existência entre os muitos milhões nos quais o cosmo celebra a sua existência."
Livros que podem mudar a nossa vida
Há livros que são tão poderosos que modificam a nossa maneira de pensar, agir e viver. Esses são os melhores livros. Há quem lhes chame puras transmissões de inspiração divina. O que me leva a questionar o que são os sonhos: serão o veículo preferencial utilizado por espíritos superiores para nos guiarem ou por espíritos inferiores para nos tentarem e prejudicarem com maus conselhos, como preconizam algumas correntes espirituais? Serão apenas reminiscências de acontecimentos passados ou ecos de outras vidas vividas na carne humana? De onde bota a sua fonte? E a inspiração dos escritores brotará dessa mesma fonte espiritual ou de outras?
sábado, 1 de dezembro de 2007
O meu filho
O meu filho tem dez anos, é muito afectuoso, tem um espírito cientifico indagador e demonstra ter algumas qualidades que eu não tenho e que nunca possuí. Tem jeito para desenhar, é mais céptico e pragmático do que eu era na idade dele, extremamente curioso acerca das novas tecnologias e das últimas experiências científicas. Gosta muito de ver o Discovery Chanel e de coleccionar insectos, pedras...
A minha sobrinha Matilde nasceu em 28 de Novembro de 2007


A Matilde chegou para mostrar aos pais que passou a ser o umbigo dos seus mundos! Quem melhor do que uma criança acabada de nascer para nos ensinar que deixámos de ser (para sempre) o centro do nosso próprio Universo? Que lição de vida maravilhosa aprendemos quando passamos a ser Pais! O Outro passa, sem dúvida, a ser muito mais importante do que o Eu.
A minha filha
A minha filha tem 4 anos e através do convívio com ela conseguimos por vezes voltar a sentirmo-nos crianças e a observar a vida com as cores primárias da infância. Por exemplo, as pessoas para ela são só boas ou más, não há meio-termo. É um olhar mais primitivo e sem meias-tintas, uma atitude refrescante que, mais tarde, mascaramos com o polimento e a educação. A idade e a experiência transformam-nos sem dúvida em seres mais sábios mas também muito mais entediantes...
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